sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Tigre

  • Tigre
  • O tigre é um mamífero da família dos felídeos. É um dos quatro "grandes gatos" do género Panthera. Os tigres são predadores carnívoros. Wikipédia
    Classificação: Espécie
    O tigre (Panthera tigris) é um mamífero da família dos felídeos. É um dos quatro "grandes gatos" do género Panthera. Os tigres são predadores carnívoros.
     Um macho adulto pesa, em média, trezentos quilogramas, tem 1,10 metros de altura na cernelha e 3,50 metros de comprimento (incluindo a cauda). São caçadores noturnos e, apesar de seu grande tamanho, podem se aproximar de suas presas em completo silêncio, antes de se precipitar sobre elas a curta distância. Entre os carnívoros terrestres, eles têm os maiores dentes, que podem chegar a dez centímetros e as maiores garras, atingindo os oito centímetros. A força da sua mordida é uma das mais fortes entre todos os felinos. É um grande nadador, apreciando a água como meio de se refrescar. Já foram vistos tigres que nadaram mais de cinco quilômetros. Além disso, são ágeis e velozes, capazes de andar em terrenos rochosos e de subir em árvores com troncos grossos (apesar não subirem com frequência, já que não costumam ter motivos para isso). São caracterizados por suas listras: cada indivíduo possui um padrão, não existindo dois tigres com o mesmo padrão. São como as digitais dos seres humanos. 
     
    Há nove subespécies distintas de tigre, três das quais estão extintas. Ocupavam historicamente uma extensa área que englobava a Rússia, Sibéria, Irã, Cáucaso, Afeganistão, antiga Ásia Central Soviética, Subcontinente indiano, China, todo o sudeste da Ásia e Insulíndia (ilhas de Sumatra, Java e Bali). Hoje em dia, se encontram extintos em muitos países da Ásia. Estas são as subespécies sobreviventes, em ordem    decrescente de população selvagem:Tigre-de-bengala (Panthera tigris tigris) no Parque Nacional Ranthambhore, na Índia.

    orgãos do peixe

    Ictiologia

    Ictiologia
    Ictiologia, o que é, estudo dos peixes, áreas de estudo, ramo da Zoologia, diferença entre Ictiologia e Piscicultura
    ictiologia, estudo dos peixes
    Ictiologia: ramo da Zoologia que estuda os peixes
     
    O que é
    A Ictiologia é um ramo da Zoologia dedicada ao estudo dos peixes. A ictiologia tem como temas principais o estudo do comportamento e biologia dos peixes. É uma área muito importante na Zoologia, pois são conhecidas atualmente mais de 25 mil espécies de peixes.
    A Ictiologia esta relacionada a outras áreas como, por exemplo, Oceanografia, Limnologia (estudo das águas interiores) e Biologia Marinha.
    Ictiologia e Piscicultura 
    Vale a pena fazer a diferenciação entre Ictiologia e Piscicultura. Enquanto a primeira trata do estudo dos peixes, a segunda se dedica à criação de peixes, crustáceos, moluscos e anfíbios.
    Classes de peixes estudas pela ictiologia:
    - Osteichthyes – peixes com ossos
    - Chondrichthyes – tubarões, raias e quimeras
    - Agnatha - peixes sem mandibula
    Você sabia ...
    Um dos mais importantes ictiólogos do século XX foi o naturalista norte-americano David Starr Jordan. Ele escreveu cerca de 650 artigos e livros sobre a vida dos peixes.

    Peixes

    Peixes
    Características, respiração, vida na água, espécies, reprodução, alimentação
    peixes - foto
    Peixes: sangue frio e corpo coberto por escamas
     
    Introdução

    Os peixes são animais vertebrados aquáticos que vivem nos rios, oceanos e lagos. Apareceram em nosso planeta há milhões de anos, muito antes da espécie humana. Atualmente, existem mais de 28 mil espécies catalogadas.
    A respiração dos peixes é bem diferente da humana. Eles respiram fazendo a água passar pela boca e, em seguida, até as guelras (brânquias), onde o oxigênio é retirado da água.

    Os peixes possuem uma visão de curta distância, embora enxerguem em todas as direções. Não conseguem ouvir muito bem, porém possuem partes sensíveis no corpo que lhes permitem perceber o que está ocorrendo nas proximidades. O sangue dos peixes, ao contrário do nosso, é frio.

    O corpo da maioria dos peixes é coberto por escamas e, para se movimentarem, utilizam as barbatanas (nadadeiras).

    De acordo com a estrutura física, podemos classificar os peixes em dois tipos:

    - Ósseos: é a grande parte dos peixes. Possuem ossos e sistema esquelético. Fazem parte desta categoria a sardinha, a garoupa, o bacalhau, o atum, etc.
    - Cartilaginosos: não possuem ossos, apenas cartilagens que dão sustentação ao corpo. É a minoria dos peixes. Os tubarões e arraias fazem parte desta categoria de peixes.

    A reprodução dos peixes acontece com a desova. A fêmea põe ovos em grande quantidade. Estes ovos ficam agrupados formando uma espécie de gelatina. Eles são abandonados e, caso não sejam devorados por outros peixes, irão se desenvolver sozinhos.

    Os peixes costumam se alimentar de plantas aquáticas, ovos de peixes, peixes menores, pequenos crustáceos e, até mesmo, de restos de alimentos que encontram na água.

    Curiosidade:  
    - Os peixes-elétricos conseguem produzir corrente elétrica através de músculos especiais que possuem no corpo. A maioria produz uma corrente elétrica de baixa potência, porém, existem espécies que a eletricidade gerada pode afetar um homem. Existem, aproximadamente, vinte espécies de peixes-elétricos no mundo.
    - A Ictiologia é o ramo da Zoologia que se dedica ao estudo dos peixes. 

    quinta-feira, 12 de setembro de 2013

    Mitos e verdades sobre os tubarões

    Mitos e verdades sobre os tubarões


    MITO: Os tubarões não pensam.
    REALIDADE: Falso. Em alguns aquários e laboratórios, tubarões foram treinados para golpear objetos coloridos e formas com o objetivo de receber alimento. Também foram condicionados para subir à superfície e se apresentar sozinhos para realizar procedimentos veterinários. Estes condicionamentos demonstram que são capazes de aprender.

    MITO: Os tubarões afundam se param de nadar.
    REALIDADE: Isso é verdade para a maioria, mas não para todas as espécies. Os tubarões conseguem manter certa flutuabilidade, mas se param de se mover, afundam pela ausência da bexiga natatória cheia de ar, presente na maioria dos peixes vertebrados.

    MITO: Os tubarões comem indiscriminadamente
    REALIDADE: Falso. A forma distinta das várias espécies de tubarões indica que possuem dietas muito especializadas. Alguns tubarões, como o tubarão-mako, possuem dentes pontiagudos e lisos para perfurar e capturar presas rápidas. Outros, como o tubarão branco, possuem dentes serrilhados para arrancar e mastigar pedaços grandes de carne. Outros possuem dentes trituradores planos, como o Heterodontus francisci, adequados para comer crustáceos e moluscos. Por último, existem dentes com funções muito específicas, como os do tubarão-tigre, que são projetados para cortar através das carapaças das tartarugas marinhas, seu prato predileto. Cada espécie possui uma dieta única, mas às vezes, podem confundir sua presa natural com alguma coisa diferente… como pneus de borracha e surfistas desavisados!

    MITO: A população de tubarões é estável e não está ameaçada
    REALIDADE: Falso. Como resultado da pesca excessiva e da captura equivocada em redes e linhas dirigidas a outras espécies, os tubarões estão em rápido declínio. Cerca de 250 mil são mortos diariamente. Algumas populações estão em franco declínio, como a do tubarão-martelo, que diminuiu cerca de 89% durante as últimas duas décadas. Como grandes predadores do oceano, os tubarões ajudam a limpar os mares, caçando peixes feridos ou doentes. Se sua proteção não for assegurada, a, as populações de tubarões continuarão diminuindo.
    Tubarões no cinema :
    Os tubarões foram trazidos em 1975 à atenção do público de uma forma forçada e memorável, por meio de “Tubarão” (Jaws), o lendário filme de Steven Spielberg sobre um grande tubarão-branco “comedor de homens”. Baseado numa série de ataques reais de tubarões em New Jersey, em 1916, “Tubarão” transformou-se em um grande sucesso no mundo inteiro, apesar das imagens chocantes dos ataques e do grande suspense da ação. Spielberg e sua equipe construíram uma extraordinária réplica mecânica de um tubarão em tamanho natural (à qual deram o nome de Bruce), que foi usada em muitas cenas do filme, embora a maioria das imagens mais impressionante tenha sido feita com tubarões-brancos de verdade, filmados por mergulhadores de dentro de uma jaula.
    Tentativas posteriores de trazer tubarões para as telas não tiveram sucesso. O filme “Do fundo do mar” (1999), sobre um grupo de cientistas que acidentalmente cria um trio de tubarões superinteligentes “comedores de homens”, enquanto investigam a cura para a doença de Alzheimer, foi muito menos empolgante que “Tubarão” e não contribuiu em nada para melhorar a relação entre os humanos e os tubarões. A única exceção foi o filme de desenho animado “Procurando Nemo” (2003), no qual Barry Humphries interpreta com maestria um feroz tubarão australiano que tenta alterar os seus hábitos predatórios. E qual era o nome do tubarão? Bruce, é claro.

    treinando pit bull

    ATENÇÃO:nunca treine seu animal assim nuance que seja para sua própria segurança .

    pit bull

    Quer um Pit Bull? Confira as 5 informações importantes que deve saber sobre ele e fuja dos mitos

    (Imagem: Shutterstock)
    Quando ouvem o nome "Pit Bull", muitas pessoas já imaginam um cachorro feroz. Mas será que é só isso que deve levar em consideração sobre essa raça? Listamos aqui 5 informações muito importantes  sobre o Pit Bull para quem pensa em ter um.
     

    Conheça mais sobre o Pit Bull

    (Imagem: Shutterstock)
    • Coloração: diversas, sendo mais comuns chocolate, branco, caramelo ou misturas dessas cores.
    • Expectativa de vida: 12 anos, em média.
    • Olhos: cores variadas.
    • Pelagem: curta.
    • Qualidades principais: docilidade e agilidade.
    • Tamanho/Peso:  de 30 a 50 kg, medindo de 35 a 50 cm.
    • Preço: em média, custam R$ 650, e o preço dos filhotes varia entre R$ 200 a R$ 2500.

    1. Eles são ativos

    Você deve ter muito pique para brincar com o seu Pit Bull, pois eles têm muita energia para gastar.

    (Imagem: Shutterstock)
    Se você está comprando um Pit Bull, já sabe que é uma raça de porte grande e forte. Saiba também que os cães dessa raça são muito ativos e precisam gastar esta energia: recomenda-se uma rotina diária de 30 a 45 minutos. Então, nem pense em ter um Pit Bull para ficar relaxando no sofá com você o fim de semana inteiro!
    Ele precisará de bastante espaço para correr e brincar e, definitivamente, não é recomendado para apartamentos ou casas sem quintal, exceto caso você consiga garantir a rotina diária de exercícios.
    Pelo fato de serem ágeis e inteligentes, eles são muito usados para manejar o gado, guardar casas e fazendas, mas existem outras raças com mais aptidão para estas tarefas.

    2. Eles podem, sim, conviver com outros animais e crianças

    São ótimos companheiros para crianças maiores e também para demais animais, devido à docilidade que possuem.

    A crença comum é de que são animais bravos e de que, portanto, não podem conviver com outros animais ou com crianças. Isso é um mito! Como são dóceis, podem ser ótimos companheiros, convivem facilmente com crianças e demais animais, desde que socializados da forma correta.
    Deve-se tomar cuidado apenas relativamente à força: como são animais muito fortes e dominantes, não são indicados para brincar com crianças pequenas, já que podem acabar machucando-as. O mesmo vale para animais muito indefesos e pequenos. O interessante é que conviva com crianças maiores, pois essas já sabem se defender a algumas brincadeiras mais brutas e são mais espertas.
    Uma coisa interessante no fato de conviverem com as crianças é que são animais que suportam facilmente a dor, não atacando-as caso elas façam alguma brincadeira que machuque o cão. Podem conviver facilmente com crianças pequenas se, desde filhote, seja orientado, tenha contato com crianças e saiba reconhecê-las, para que possa vê-las como humanos menores e não como ameaças.
     

    3. Devem ser treinados de forma correta, nunca para agressividade

    Não induza de forma nenhuma o cão a ser agressivo e ensine truques positivos ao animal.

    Pelo grande porte e agilidade, o Pit Bull também é muito inteligente e aprende facilmente. Porém, ele jamais deve ter um tratamento que o induza a ser agressivo, visto que, dessa forma representará perigo a você e sua família. Esse, aliás, é um grande erro, que acaba gerando algumas manchetes dos jornais. Para isso, ensine truques básicos e comuns e o incentive a brincar sempre, jamais a ser agressivo.
    Infelizmente o Pit Bull ainda carrega a imagem de cão de briga, tudo por culpa da ação de criminosos, que deveriam estar na cadeia (sim, a Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais, no Art. 32º, prevê pena 3 meses a 1 ano de prisão mais multa para esse tipo de ato!). 
    Lembre-se de que a dica básicas para treinamento de animais é sempre usar o reforço positivo: elogiá-lo e recompensá-lo quando faz a coisa certa, ao invés de puni-lo quando age equivocadamente. É muito mais efetivo e saudável e só fará bem ao seu cão. Palavras de incentivo como “muito bem”, “parabéns”, “isso mesmo, garoto”, ou algo do gênero, ajudam a incentivá-lo.
    AgendaPet possui uma lista com os melhores adestradores da cidade, avaliados por outros usuários. Pela própria internet, você checa o perfil do profissional, a área de atuação e agenda sua consulta, sem complicação!
    Confira, no vídeo a seguir, como é possível ensinar coisas básicas ao seu cão e incentivá-lo a aprender truques de forma positiva.
     

    (Fonte: Youtube – Veiculado pela DK Adestramento, em Itapetininga)
     

    4. São carinhosos

    São animais extremamente dóceis que também precisam de muita atenção.

    O Pit Bull exige atenção, sim, mas, em compensação, é ótimo companheiro e extremamente carinhoso quando cuidado de maneira correta.
    Além do carinho, um Pit Bull é um fiel companheiro quando se apega à família, sendo capaz de proteger sua casa e seus familiares com muita determinação.
    Essa característica também é importante no que diz respeito à gestação: as fêmeas costumam ser ótimas mães para seus filhotes.
    Por isso, saiba que esse cães precisam que o dono dedique tempo de qualidade e dê muito carinho, para retribuírem da mesma forma. 

    5. Fora a rotina de exercícios, exigem poucos cuidados 

    (Imagem: Shutterstock)

    Banho uma ou duas vezes ao mês e uma alimentação equilibrada, além de muito carinho, é tudo de que precisam.

    Em função da pelagem curta, o Pit Bull precisa de poucos cuidados: escovação 3 vezes por semana e banho de uma a duas vezes ao mês são suficientes. 
    Quanto à alimentação, basta uma ração de qualidade, que tenha os nutrientes e vitaminas necessárias para seu crescimento.
    Em resumo, o Pit Bull é, realmente, um cachorro dócil, inteligente e ágil, mas que exige uma rotina de exercícios diária e que jamais deve ser treinado para agressão, pois pode se tornar perigoso.
    Por último, vale lembrar que a escolha do criador é muito importante na compra dos animais, e, no caso do Pit Bull, vale ter um cuidado redobrado. Ao comprar de qualquer criador, você pode estar adquirindo um animal perigoso para você e sua família.
    O preço de médio de filhotes de Pit Bull é de R$ 650, desconfie de ofertas muito mais baixas. 
    Procure, também, sempre conhecer os pais do filhote que você está levando para casa, a fim de conhecer o temperamento que é possível de o seu filhote adquirir.